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Andreia Torres
Nutricionista
Como Prevenir o Alzheimer? Dicas para Proteger o Cérebro e Evitar o Declínio Cognitivo

Como Prevenir o Alzheimer? Dicas para Proteger o Cérebro e Evitar o Declínio Cognitivo

É esperado que a partir dos 60 anos as pessoas sintam diferenças na memória e na velocidade de raciocínio. A questão é que muita gente relata os mesmos sintomas aos 50, 40, 30 ou mesmo antes! E, se nada for feito, as perdas cognitivas vão se agravando cada vez mais.

Essa experiência autorrelatada de piora, confusão mais frequente e perda de memória pode levar a problemas à medida que envelhecemos. O assustador é que isso tem começado cada vez mais cedo. Quer fazer um teste? Responda se você está enfrentando algum desses sintomas:

Brain fog (névoa mental) ou falta de foco
Esquecimento de rostos e nomes de pessoas
Dificuldade para lembrar a palavra certa ao falar
Problemas com cálculos simples
Dificuldade de memória
Perda frequente de objetos

Se você respondeu sim a algum deles, isso é um sinal de alerta! Seu cérebro está tentando comunicar que algo não está certo. Sabia que, no mundo ocidental, um em cada nove adultos lidam com Declínio Cognitivo Subjetivo (DCS)? 
  • Dale Bredesen
    O Fim do Alzheimer
    R$ 43,91

    Em "O Fim do Alzheimer", o Dr. Dale Bredesen explica que, ao contrário do que muitos especialistas dizem, a doença de Alzheimer não tem que ser inevitável, nem irreversível. De acordo com o autor, o Comprometimento Cognitivo Leve (CCL) não precisa levar à demência. 

    Alguns fatores aumentam as chances de reversão do CCL: continuar aprendendo (estudos mostram que leitura de livros e jornais é fator protetor); participar de atividades significativas na comunidade; continuar dirigindo ou usando mapas; voltar ao peso saudável; praticar atividade física; deixar de fumar; reduzir resistência insulínica; controlar a pressão arterial e a oxidação de colesterol, com dieta antiinflamatória de características levemente cetogênicas, suplementação e jejuns.


    Neste livro ele conta sobre sua vida de pesquisa, o contato com os primeiros pacientes e resultados preliminares relacionados à reversão da doença de Alzheimer a partir do protocolo batizado como Recode. Mas antes ele brinca que há um guia prático para o desenvolvimento do Alzheimer. Basta adotarmos uma dieta rica em açúcares, carboidratos refinados, glúten, produtos do tipo fast food, vivermos estressados, dormindo pouco e fugindo da academia. E como isso é comum na sociedade ocidental!


    O livro traz também uma parte mais técnica sobre a fisiopatologia da doença de Alzheimer e as causas para o insucesso dos medicamentos atualmente disponíveis. Resumidamente, o pesquisador acredita que as drogas não atuam na causa do problema. Para ele, nenhuma droga vai conseguir sozinha reverter a demência, uma vez que pelo menos 36 fatores contribuem para o Alzheimer. 

    Entre esses fatores estão a resistência insulínica, a hipertensão, a perda da sensibilidade a diversos hormônios sexuais, o aumento da homocisteína, do colesterol e da pressão arterial, a carência de nutrientes e fatores tróficos, a inflamação, o estresse oxidativo e a disfunção mitocondrial.

    O autor também defende que o tratamento dependerá do tipo de Alzheimer (inflamatório, glicotóxico, atrófico, tóxico, vascular ou combinado). Além de descrever os exames necessários para o diagnóstico e acompanhamento, o livro traz também valores ideais a serem mantidos pelos pacientes para controle e reversão da doença. Sim! Reversão. 

    Para tanto, para cada anormalidade identificada no exame, são prescritas condutas (gerenciamento do estresse, sono, atividade física, dieta e suplementação) para levar o paciente do ruim para o bom e depois para o ótimo. A ideia é tratar o máximo possível de anormalidades relacionadas aos 36 fatores que contribuem para a doença de Alzheimer.


    Um dos pontos fundamentais do protocolo é a dieta KetoFlex 12/3. "Keto" refere-se à cetose, o processo natural pelo qual seu corpo decompõe a gordura armazenada e dietética para usar como combustível. "Flex" refere-se à flexibilidade metabólica, a capacidade de usar glicose ou gordura como fonte de combustível. "Flex" também se refere a uma dieta flexitariana, na qual a carne é opcional e dá-se preferência aos peixes ou proteínas vegetais.


    A fração 12/3 refere-se à quantidade mínima de tempo por dia que você deve passar em jejum. Ou seja, se jantou às 20h (mínimo de 3 horas antes de dormir), só poderá consumir alimentos novamente após 8h da manhã. Muitos pacientes encontram benefícios com 14 ou 16 horas de jejum, algumas vezes na semana.


    A dieta ajuda a melhorar a sensibilidade à insulina, trata a disfunção mitocondrial, reduz a inflamação e a neuroinflamação, regula a imunidade, melhora a circulação arterial, fornece matéria prima para a formação de sinapses cerebrais, protege contra deficiências nutricionais, promove a autofagia celular e a depuração de beta-amiloide, acelera a desintoxicação, protege contra a perda muscular e óssea, condições que são associadas à demência.


    Falo mais sobre o protocolo neste vídeo.
  • Dale Bredesen
    O Fim do Alzheimer: Guia Prático
    R$ 55,92

    Após a publicação do primeiro livro do Dr. Dale Bredesen, muitos pacientes solicitaram um segundo material detalhando o protocolo. Esta é a intenção deste guia. O autor inicia explicando sobre a importância do jejum para restaurar a flexibilidade metabólica do organismo, contribuir na eliminação de toxinas e no reparo celular. Ele indica que os pacientes utilizem um glicosímetro para avaliação das taxas de açúcar no sangue e também um aparelho para análise da quantidade de corpos cetônicos. 

    A ideia do jejum é de manter o corpo em um estado levemente cetótico. A cetose é um processo natural que acontece quando a produção de energia para o organismo é feita a partir da queima de gordura. Como há redução do consumo de carboidratos na dieta ketoflex, não haverá quantidade suficiente de glicose disponível no corpo, que passará a utilizar corpos cetônicos, produzidos a partir da queima de gordura.

    Com o passar dos anos, o cérebro vai apresentando maior dificuldade na utilização de glicose. Isto é demonstrado no exame de imagem do cérebro PET Scan, que frequentemente aponta um “hipometabolismo glicolítico cerebral”. Com o uso dos corpos cetônicos, os pacientes começam a relatar maior clareza mental.

    Para reduzir a utilização de glicose e facilitar a entrada em cetose, o livro recomenda o uso de triglicerídeos de cadeia média (TCM) ou ácido caprílico (C8) extraído do óleo de coco. Além disso, o livro fornece listas de alimentos permitidos e proibidos na dieta. 

    Recomenda o consumo de 6 a 9 xícaras de vegetais pobres em amidos ao dia (muitos folhosos, abobrinha, brotos, brócolis, couve-flor, berinjela, ervas), além de fontes de gorduras boas (azeitonas, abacate, castanhas, sementes, azeite de oliva extra virgem, óleo de algas, ômega-3, gema de ovo). O açúcar deve ser cortado para manutenção da cetose.

    O autor também fala da importância de cuidarmos do intestino e de reduzirmos o consumo de alimentos alergênicos, como leite e aqueles contendo glúten, principalmente farináceos. Lembra também que pacientes com mutação ApoE4 devem evitar gorduras saturadas e carnes vermelhas, além de garantir que os níveis de homocisteína fiquem abaixo de 7mcmol/L. Para isso, na maioria das vezes será necessária suplementação de complexo B em doses mais altas, especialmente B6, B9 e B12.


    Uma das partes mais úteis do livro é a indicação sobre dosagem de suplementos para melhoria da memória, do funcionamento adrenal, da função mitocondrial, da destoxificação, saúde intestinal, boa imunidade etc. É um livro que vale a pena ler, assim como o mais recente do autor, ainda não traduzido para o Português, com o relato dos pacientes que conseguiram grandes melhorias seguindo o protocolo. 


    Este último livro publicado nos Estados Unidos em 2021 chama-se The First Survivors of Alzheimer's: How Patients Recovered Life and Hope in Their Own Words e é ótimo também.
  • Andreia Torres
    Prevenção e Reversão do Declínio Cognitivo

    No dia 4 de julho de 2022 foi publicado um artigo mostrando que o protocolo Recode foi capaz de melhorar a cognição, a memória e ajudar a manter o volume cerebral avaliado pela ressonância magnética. Foram acompanhados 25 participantes com declínio cognitivo leve. Eles foram avaliados em relação aos fatores de risco para o Alzheimer. 

    Dependendo do que foi encontrado, foi prescrito um tratamento de 9 meses baseado no protocolo Recode, com dieta cetogênica baseada em plantas, suplementos, atividade física e treinamento cognitivo. Após esse período, 84% dos pacientes tiveram melhoria nos testes cognitivos e a taxa de atrofia cerebral melhorou em 63% dos casos.

    A Dra. Ann Hathaway, uma das coautoras do estudo, deu o seguinte depoimento: “Com essa abordagem de precisão, eu testemunhei pacientes recuperarem a função cerebral perdida, voltarem ao trabalho criativo, restabelecerem amizades e iniciarem novas atividades. Isto é muito gratificante!". Atualmente ela coordena um novo estudo com um maior número de pacientes.


    Mesmo com esse estudo disponível, livros e uma grande disponibilidade de informações sobre o protocolo Recode, muitas pessoas sentem dificuldade de entender e iniciar o processo. Também não encontram muito apoio de seus médicos, já que os estudos acabam de ser publicados e poucos profissionais já começaram a utilizá-lo e a ver resultados. 

    Eu trabalho com neurologistas integrativos e temos visto muitas melhorias. Contudo, como nem todos têm acesso a esses profissionais em suas cidades, montei este curso com a teoria e a prática para a prevenção e reversão do declínio cognitivo subjetivo ou leve. 

    São mais de 50 aulas em vídeo indo da teoria à prática. O curso está dividido em partes (causas genéticas, fatores ambientais, avaliação, prevenção e tratamento). Como os livros do Dr. Dale Bredesen trazem indicações de suplementos apenas disponíveis nos EUA, no curso eu mostro como adaptar com produtos disponíveis no Brasil, prontos ou manipulados. 
  • Dra. Lisa Mosconi
    A Influência da Menopausa no Cérebro

    Há anos sou uma grande fã dos trabalhos da Dra. Lisa Mosconi, uma neurocientista italiana que pesquisa o cérebro da mulher. A cientista estuda a ligação entre a menopausa e o Alzheimer. De acordo com ela, antes dos 40 anos, a mulher não deve ter alterações hormonais importantes, a menos que tenha feito uma histerectomia (retirada de útero e/ou ovários). 

    Se você é uma mulher na pré-menopausa, seu cérebro é basicamente igual ao de um homem da mesma idade. Se você está na perimenopausa (período de transição para a menopausa), inicia-se uma queda nos níveis de energia do cérebro. O cérebro da mulher pode então usar e produzir até 20% menos energia do que na fase anterior. As mulheres que apresentam essas quedas de energia começam a acumular placas de amilóide no cérebro, o que aumenta o risco de doença de Alzheimer.


    As conexões entre os neurônios precisam ser fortalecidas porque, do contrário, deixarão de existir. Há uma forte associação entre a menopausa precoce e a perda de conexões entre neurônios, assim como um risco aumentado de Alzheimer em mulheres.


    A ooforectomia, que é a remoção cirúrgica dos ovários, aumenta o risco de demência em até 70%, caso nada seja feito. Outros estudos mostram que o risco também aumenta quando o útero é removido, independentemente de os ovários ainda estarem no lugar. A razão é que, quando você remove o útero, o fluxo sanguíneo para os ovários também é comprometido.



    O estrogênio é um hormônio neuroprotetor muito forte. Com sua queda, o cérebro começa a envelhecer mais rápido. Só que tudo está conectado. Se você não dorme bem, outro hormônio deixa de ser produzido (a melatonina), que também é um neuroprotetor. Com menos melatonina, menos hormônios sexuais e tireoidianos, há menos neuroprotetores.


    Se o intestino não funciona bem, cai a produção de neurotransmissores e hormônios no cólon, o que também impacta a saúde do cérebro. Portanto, um estilo de vida saudável e estratégias preventivas são fundamentais. Isso inclui desligar o telefone cedo e ir para cama no escuro, fazer atividade física, comer bem, beber água, manter o intestino com ótimo funcionamento, ter estratégias para combate ao estresse, etc. 


    Alimentação e cérebro



    Nutrientes importantes para o cérebro precisam estar presentes, incluindo ômega-3, antioxidantes e provavelmente fitoestrogênio. Aumente o consumo de peixes, especialmente os gordurosos de água fria, como salmão, truta, arenque, anchova e sardinha.


    Coma diariamente frutas e verduras. Quanto mais coloridas melhor. Fitoestrógenos podem ser obtidos de plantas como os damascos secos, morangos, melão, cereja, grão-de-bico, soja e linhaça. Castanha-do-Pará (Brazil nut) contém uma boa quantidade de selênio. O selênio é um mineral antioxidante forte, muito difícil de encontrar em outros alimentos.


    Reduza os doces. Sobremesa tem que ser uma indulgência, algo especial, e não o alimento do dia a dia. Capriche nas fibras, psyllium, aveia, quinoa, ameixa seca, e alimentos ricos em probióticos como kefir e kombucha.


    Cuidado com os xenoestrógenos (substâncias estranhas e que desequilibram nossos hormônios), como alimentos ultraprocessados, vegetais cheios de agrotóxicos, produtos de limpeza e cosméticos, pois eles podem ser veículos de estrógenos diferentes ou alienígenas (os xenoestrógenos). Eles imitam seus hormônios naturais e bagunçam seu metabolismo.


    Seus hormônios naturais, em quantidades adequadas, tornam o seu cérebro mais plástico, seus ossos mais fortes e seu coração mais saudável. Os xenoestrogênios, por outro lado, se ligam aos receptores hormonais, bloqueando-os e aumentando o risco de doenças. 

    O Alzheimer não é uma doença da velhice. Inicia-se, na maioria das vezes, na meia-idade, a partir dos 40 anos de vida. Uma mulher com alta predisposição genética para doenças e estilo de vida pouco saudável tem grande chance de ficar doente quando entra na menopausa. Este é um momento vulnerável e o quanto antes a mulher se cuidar, melhor!


    Além desse Ted Talk, a Dra. Lisa Mosconi possui um livro excelente, ainda não traduzido para o português, chamado The XX Brain. Recomendo!
  • Minha Mãe Tem Alzheimer
    Nutrição Preventiva

    Juana LLabres é autora do canal “Minha mãe tem Alzheimer”, no qual conta a história de como cuidou de sua mãe com Alzheimer, no período de 2010 a 2019, passando pelas quatro fases. Lá ela detalha as dificuldades e os acertos diante da doença, além de entrevistar profissionais de todas as áreas.


    Fui entrevistada por ela em 2020. Durante nossa conversa, falei de desafios relacionados ao envelhecimento, como a inflamação, o estresse oxidativo, a glicação. Conversamos também sobre a relação intestino-cérebro e a importância da alimentação para a manutenção de uma microbiota saudável.

    Respondi a perguntas sobre dieta cetogênica antiinflamatória, antioxidante, sobre a importância de determinados alimentos, ervas, condimentos e suplementação para correção de carências nutricionais.

    Conversamos também sobre genética e estratégias para ativação de genes antienvelhecimento. Uma delas, para ativação do gene CLOCK, é não comer a toda hora e jantar cedo! Algumas pessoas têm alterações desse gene e, se comem muito tarde, engordam com mais facilidade. E já sabemos que o excesso de gordura corporal é fator de risco para o declínio cognitivo.

    Fui perguntada também sobre o Ômega-3, Vitamina D, Folato, Tocoferol, Coenzima Q10, sobre o consumo de frutas, açúcares e adoçantes. Muitos dos participantes da live tinham parentes com Alzheimer e fizeram questionamentos interessantes sobre fatores de risco, genética, exames. Vale a pena assistir!
  • Minha Mãe Tem Alzheimer
    Reversibilidade de Declínio Cognitivo na Doença de Alzheimer

    O canal “Minha mãe tem Alzheimer” tem muitas outras entrevistas interessantes com profissionais de diversas áreas (odontólogos, psicólogos, fisioterapeutas, musicoterapeutas, médicos de várias especialidades). Uma das lives que recomendo no canal é esta, sobre a reversibilidade do declínio cognitivo na doença de Alzheimer. 

    A entrevistada é a neurologista especialista no método Recode, Dra. Pollyanna Castro, que cuida de vários dos pacientes que eu atendo na Nutrição. Nesta live ela mostra os estudos sobre reversão do declínio cognitivo e nos lembra que o protocolo beneficia não só os pacientes com suspeita ou diagnóstico de Alzheimer, mas também pessoas com familiares com demência e, claro, indivíduos com queixas relacionadas à memória.


    Ela indica o mapeamento genético e vários exames para que possamos identificar precocemente questões e iniciar um trabalho preventivo ou restaurativo, a depender do caso. Também nos lembra que trabalhar regularmente a musculatura da perna é fundamental para manter a memória. Andar, nadar, pedalar, fazer agachamentos e exercícios específicos de musculação são opções interessantes para todos nós. 

    Quanto mais sedentários formos, pior para nossa cognição. Mudar hábitos não é fácil e o protocolo Recode exige a melhoria no estilo de vida como um todo. 

    Para não estressar, é importante não gastar energia, tempo e dinheiro com o que não ajuda. Por isso, aconselhe-se sempre com profissionais especialistas no método e continue em frente pois os efeitos positivos compensam os esforços feitos!
  • Dr. Murilo José Tambosi
    Amálgamas

    O cobre exerce um papel importante no metabolismo de todos os mamíferos. Participa de reações bioquímicas como cofator de enzimas em reações de transferência de elétrons. Acaba tendo funções para a liberação do ferro de seus locais de armazenamento, para o metabolismo de vários hormônios, para a produção de melatonina e de energia (ATP), assim como para a defesa antioxidante, por meio da superóxido dismutase.



    A ingestão dietética recomendada para o adulto saudável é de aproximadamente 0,09 mg por dia. O excesso, principalmente quando são ingeridas grandes quantidades de suplementos, tem sido ligado à doença de Alzheimer. Estudos mostram que pessoas com Alzheimer possuem níveis mais elevados de cobre no sangue e no fluido que envolve o cérebro, bem como no interior de algumas partes do cérebro.


    Tanto a proteína precursora do amilóide (APP) quanto o peptídeo beta-amilóide (Aβ) possuem sítios de ligação para o cobre. Ao interagirem, o estresse oxidativo aumenta, assim como a neurotoxicidade. Pacientes com Alzheimer também podem enfrentar alterações sistêmicas no metabolismo do cobre, gerando neuroinflamação.


    E não é só o cobre que gera problemas. Vários metais como alumínio e mercúrio têm sido associados ao maior risco de doença de Alzheimer. O alumínio pode ser encontrado em praticamente todos os banheiros ou cozinhas do país. Está na maioria dos desodorantes que são aplicados diretamente sobre a pele todos os dias e pode ser encontrado em muitos cosméticos. 

    Também está na panela e na folha ou papel de alumínio que você usa para proteger sua lasanha da queima no forno. Além disso, também costuma estar na pasta de dente e no fermento do bolo.


    Algumas pessoas acumulam alumínio mais facilmente no corpo e conseguimos ver isso nas alterações do exame genético e nos exames de sangue. A intoxicação por alumínio pode ser acompanhada de hiperatividade, inflamação, alterações do metabolismo do cálcio, redução da síntese de Vitamina D, comprometimento da fala, convulsões, acúmulo de proteína TAU no cérebro, constipação, cólica e fadiga. 

    Por isso é importante ler o rótulo dos produtos de higiene, evitar alimentos enlatados, embalados em alumínio e substituir desodorante e pasta de dentes por versões mais naturais.

    O protocolo Recode também recomenda a remoção das amálgamas dentárias de metal das obturações na boca. Isso porque estudos mostram que pessoas com amálgamas possuem maiores níveis circulantes de mercúrio na boca, outro fator de risco para a doença de Alzheimer. 




    Publicado pelo Dr. Murilo José Tambosi, este vídeo explica que as amálgamas podem intoxicar o corpo, pois possuem cerca de 50% de mercúrio. Esse metal vai sendo liberado ao longo da vida na corrente sanguínea e gerando toxicidade. Com isso, o risco de doenças aumenta, principalmente a nível do sistema nervoso central.

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