Dale BredesenO Fim do AlzheimerR$ 43,91
Dale Bredesen
R$ 43,91O Fim do Alzheimer
Em "O Fim do Alzheimer", o Dr. Dale Bredesen explica que, ao contrário do que muitos especialistas dizem, a doença de Alzheimer não tem que ser inevitável, nem irreversível. De acordo com o autor, o Comprometimento Cognitivo Leve (CCL) não precisa levar à demência.
Alguns fatores aumentam as chances de reversão do CCL: continuar aprendendo (estudos mostram que leitura de livros e jornais é fator protetor); participar de atividades significativas na comunidade; continuar dirigindo ou usando mapas; voltar ao peso saudável; praticar atividade física; deixar de fumar; reduzir resistência insulínica; controlar a pressão arterial e a oxidação de colesterol, com dieta antiinflamatória de características levemente cetogênicas, suplementação e jejuns.
Neste livro ele conta sobre sua vida de pesquisa, o contato com os primeiros pacientes e resultados preliminares relacionados à reversão da doença de Alzheimer a partir do protocolo batizado como Recode. Mas antes ele brinca que há um guia prático para o desenvolvimento do Alzheimer. Basta adotarmos uma dieta rica em açúcares, carboidratos refinados, glúten, produtos do tipo fast food, vivermos estressados, dormindo pouco e fugindo da academia. E como isso é comum na sociedade ocidental!
O livro traz também uma parte mais técnica sobre a fisiopatologia da doença de Alzheimer e as causas para o insucesso dos medicamentos atualmente disponíveis. Resumidamente, o pesquisador acredita que as drogas não atuam na causa do problema. Para ele, nenhuma droga vai conseguir sozinha reverter a demência, uma vez que pelo menos 36 fatores contribuem para o Alzheimer.
Entre esses fatores estão a resistência insulínica, a hipertensão, a perda da sensibilidade a diversos hormônios sexuais, o aumento da homocisteína, do colesterol e da pressão arterial, a carência de nutrientes e fatores tróficos, a inflamação, o estresse oxidativo e a disfunção mitocondrial.
O autor também defende que o tratamento dependerá do tipo de Alzheimer (inflamatório, glicotóxico, atrófico, tóxico, vascular ou combinado). Além de descrever os exames necessários para o diagnóstico e acompanhamento, o livro traz também valores ideais a serem mantidos pelos pacientes para controle e reversão da doença. Sim! Reversão.
Para tanto, para cada anormalidade identificada no exame, são prescritas condutas (gerenciamento do estresse, sono, atividade física, dieta e suplementação) para levar o paciente do ruim para o bom e depois para o ótimo. A ideia é tratar o máximo possível de anormalidades relacionadas aos 36 fatores que contribuem para a doença de Alzheimer.
Um dos pontos fundamentais do protocolo é a dieta KetoFlex 12/3. "Keto" refere-se à cetose, o processo natural pelo qual seu corpo decompõe a gordura armazenada e dietética para usar como combustível. "Flex" refere-se à flexibilidade metabólica, a capacidade de usar glicose ou gordura como fonte de combustível. "Flex" também se refere a uma dieta flexitariana, na qual a carne é opcional e dá-se preferência aos peixes ou proteínas vegetais.
A fração 12/3 refere-se à quantidade mínima de tempo por dia que você deve passar em jejum. Ou seja, se jantou às 20h (mínimo de 3 horas antes de dormir), só poderá consumir alimentos novamente após 8h da manhã. Muitos pacientes encontram benefícios com 14 ou 16 horas de jejum, algumas vezes na semana.
A dieta ajuda a melhorar a sensibilidade à insulina, trata a disfunção mitocondrial, reduz a inflamação e a neuroinflamação, regula a imunidade, melhora a circulação arterial, fornece matéria prima para a formação de sinapses cerebrais, protege contra deficiências nutricionais, promove a autofagia celular e a depuração de beta-amiloide, acelera a desintoxicação, protege contra a perda muscular e óssea, condições que são associadas à demência.
Falo mais sobre o protocolo neste vídeo.
Alguns fatores aumentam as chances de reversão do CCL: continuar aprendendo (estudos mostram que leitura de livros e jornais é fator protetor); participar de atividades significativas na comunidade; continuar dirigindo ou usando mapas; voltar ao peso saudável; praticar atividade física; deixar de fumar; reduzir resistência insulínica; controlar a pressão arterial e a oxidação de colesterol, com dieta antiinflamatória de características levemente cetogênicas, suplementação e jejuns.
Neste livro ele conta sobre sua vida de pesquisa, o contato com os primeiros pacientes e resultados preliminares relacionados à reversão da doença de Alzheimer a partir do protocolo batizado como Recode. Mas antes ele brinca que há um guia prático para o desenvolvimento do Alzheimer. Basta adotarmos uma dieta rica em açúcares, carboidratos refinados, glúten, produtos do tipo fast food, vivermos estressados, dormindo pouco e fugindo da academia. E como isso é comum na sociedade ocidental!
O livro traz também uma parte mais técnica sobre a fisiopatologia da doença de Alzheimer e as causas para o insucesso dos medicamentos atualmente disponíveis. Resumidamente, o pesquisador acredita que as drogas não atuam na causa do problema. Para ele, nenhuma droga vai conseguir sozinha reverter a demência, uma vez que pelo menos 36 fatores contribuem para o Alzheimer.
Entre esses fatores estão a resistência insulínica, a hipertensão, a perda da sensibilidade a diversos hormônios sexuais, o aumento da homocisteína, do colesterol e da pressão arterial, a carência de nutrientes e fatores tróficos, a inflamação, o estresse oxidativo e a disfunção mitocondrial.
O autor também defende que o tratamento dependerá do tipo de Alzheimer (inflamatório, glicotóxico, atrófico, tóxico, vascular ou combinado). Além de descrever os exames necessários para o diagnóstico e acompanhamento, o livro traz também valores ideais a serem mantidos pelos pacientes para controle e reversão da doença. Sim! Reversão.
Para tanto, para cada anormalidade identificada no exame, são prescritas condutas (gerenciamento do estresse, sono, atividade física, dieta e suplementação) para levar o paciente do ruim para o bom e depois para o ótimo. A ideia é tratar o máximo possível de anormalidades relacionadas aos 36 fatores que contribuem para a doença de Alzheimer.
Um dos pontos fundamentais do protocolo é a dieta KetoFlex 12/3. "Keto" refere-se à cetose, o processo natural pelo qual seu corpo decompõe a gordura armazenada e dietética para usar como combustível. "Flex" refere-se à flexibilidade metabólica, a capacidade de usar glicose ou gordura como fonte de combustível. "Flex" também se refere a uma dieta flexitariana, na qual a carne é opcional e dá-se preferência aos peixes ou proteínas vegetais.
A fração 12/3 refere-se à quantidade mínima de tempo por dia que você deve passar em jejum. Ou seja, se jantou às 20h (mínimo de 3 horas antes de dormir), só poderá consumir alimentos novamente após 8h da manhã. Muitos pacientes encontram benefícios com 14 ou 16 horas de jejum, algumas vezes na semana.
A dieta ajuda a melhorar a sensibilidade à insulina, trata a disfunção mitocondrial, reduz a inflamação e a neuroinflamação, regula a imunidade, melhora a circulação arterial, fornece matéria prima para a formação de sinapses cerebrais, protege contra deficiências nutricionais, promove a autofagia celular e a depuração de beta-amiloide, acelera a desintoxicação, protege contra a perda muscular e óssea, condições que são associadas à demência.
Falo mais sobre o protocolo neste vídeo.

