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Andreia Torres
Nutricionista
Disbiose: Veja 9 Conteúdos Sobre a Condição e Sobre Como Tratá-la

Disbiose: Veja 9 Conteúdos Sobre a Condição e Sobre Como Tratá-la

O intestino humano é colonizado por trilhões de bactérias e outros microoganismos amigos, que nos ajudam na digestão e absorção de nutrientes, melhoram nossa imunidade e até nosso humor. Contudo, se estas bactérias sentem-se agredidas (pelo estresse, pelo consumo de álcool, por medicamentos ou por uma dieta inflamatória) acabam morrendo e dando espaço a microorganismos que aumentam o estado inflamatório do corpo. 

Quando isso acontece temos uma situação chamada de disbiose, termo para o desequilíbrio entre bactérias boas e ruins no corpo. A disbiose é comum especialmente após o uso de medicamentos (como antibióticos, antiinflamatórios, antidepressivos e anticoncepcionais), mas também pode instalar-se com o processo natural de envelhecimento, com um baixo consumo de fibras, sedentarismo, obesidade ou por infecções intestinais. 
  • Andreia Torres
    Trate a Disbiose! Melhore seu Intestino, Melhore sua Saúde
    R$ 269,90

    Muitas doenças podem ter como gatilho a disbiose intestinal. Este curso, de minha autoria, aborda a importância do intestino na saúde. Por meio de videoaulas você aprenderá como reconhecer e tratar a disbiose intestinal e como escolher probióticos para suplementação.

    O curso é 100% online e composto por 30 videoaulas e materiais complementares que trazem não só a teoria da disbiose e de seu tratamento, mas também muitos exemplos de suplementação, dosagens – inclusive para prescrição em farmácia de manipulação –, artigos científicos, planilhas, instrumentos de avaliação e outros materiais.


    Além de ser o curso da área com maior classificação na plataforma Udemy, o acesso é vitalício. Ou seja, você poderá assistir onde e quando quiser. A plataforma também permite o contato entre professora e alunos para esclarecimento de dúvidas.


    Veja quais são os conteúdos abordados:

    O que é a microbiotaComo é o desenvolvimento da microbiotaQual é a composição da microbiotaCausas e consequências da disbioseComo é feito o tratamentoQue alimentos e suplementos são indicadosComo manipular os suplementos para tratamento da disbiose
    É um curso para todo mundo, não precisa ser da área da saúde. Decidi criá-lo pois muitas pessoas não têm acesso a nutricionistas na cidade onde moram.
  • Alessio Fasano
    Dieta sem Glúten
    R$ 44,90

    Grande parte dos brasileiros possuem uma dieta riquíssima em glúten. Tem o pãozinho francês do café da manhã, o bolo do lanche, o macarrão e a cerveja do fim de semana. O glúten está presente em tudo o que tem trigo, centeio e cevada. 

    O glúten está na massa da sua pizza, nas torradas, croissants, donuts, tortilhas, salgadinhos, nas bebidas maltadas e em vários produtos industrializados (como molhos, temperos prontos, sopas, barrinhas de cereais e até suplementos para atletas). 

    Este ambiente tão rico em glúten, associado a uma determinada genética, pode desencadear reações autoimunes prejudiciais. A doença celíaca é a questão mais preocupante. Mas pessoas sem doença celíaca podem desenvolver alergia a trigo ou intolerância a glúten. 

    Neste livro, o gastroenterologista Alessio Fasano, especialista de renome mundial e fundador do Centro de Pesquisa Celíaca do Hospital Geral de Massachusetts, nos Estados Unidos, nos dá um roteiro dos tipos de problemas que o glúten pode causar. 

    Questões relacionadas ao glúten são muito comuns e o livro discute também testes diagnósticos, além de trazer recomendações de tratamento para que problemas agravados pelo glúten (como a disbiose e o aumento de permeabilidade intestinal) não gerem sintomas como depressão, ansiedade, doenças autoimunes, síndrome da fadiga crônica e “mente nebulosa” (brain fog).


    O que acontece em Las Vegas, fica em Las Vegas, mas o que acontece no intestino espalha-se para todo canto, afetando corpo e mente.
  • Giulia Enders
    O Discreto Charme do Intestino
    R$ 43,93

    A cientista alemã, Giulia Enders, começa o livro dizendo que nasceu de cesariana e que não pôde ser amamentada. Muita gente não se dá conta, mas esses eventos do início de vida têm enorme influência no trato intestinal e na saúde futura. E hoje sabemos que o intestino exerce grande papel na nossa imunidade.

    A autora escreveu este livro de coração. Após ter uma experiência pessoal de problemas de saúde, ela decidiu pesquisar o intestino e compartilhar a história do órgão mais subestimado do corpo humano. Com isso, pretende ajudar o maior número de pessoas possível.

    O livro é de fácil leitura, ao contrário de muitos outros materiais escritos sobre o intestino. Ela quer mesmo que qualquer pessoa entenda o quão fascinante, interessante e importante é este órgão. Ela detalha, por exemplo, maneiras de ajudar a melhorar condições como a constipação. 

    O capítulo sobre o sistema nervoso do intestino é ótimo, assim como o capítulo sobre a ligação cérebro-intestino. Além disso, o capítulo sobre alérgenos alimentares vai ajudar muita gente que sofre de sintomas diversos com o consumo de alimentos. Há também uma boa explicação sobre o papel da nossa genética no nosso microbioma. 



    O livro é tão bem escrito e ilustrado que inspirou até uma exposição na França. Pegue uma cópia e aprenda muito sobre seu intestino!
  • Karina Bianca Sinforoso
    A Bíblia do Intestino

    No eBook A Bíblia do Intestino, a Dra. Karina Bianca Sinforoso apresenta as fases do protocolo de restabelecimento intestinal e explicita os motivos pelos quais o intestino está conectado a vários problemas de saúde.


    Além de capítulos dedicados às causas e consequências da disbiose, o livro traz também um modelo de suplementação e dieta, que a própria médica usa com seus pacientes no consultório. A autora trabalha principalmente com reabilitação intestinal e dá dicas diárias também em sua conta do Instagram (@dra_karina_nutrologa).


    Em primeiro lugar, ela sugere que todos apostem nos amigos do intestino: atividade física, boa mastigação, uso de enzimas digestivas (para quem está com a digestão ruim), evitar o uso de roupas apertadas, melhoria da qualidade do sono (uso de melatonina para quem precisa), boa hidratação, períodos de jejum para descanso gastrointestinal, banhos de sol, contato com a natureza e consumo de produtos fermentados.


    Sobre a dieta

    A dieta indicada pela Dra. Karina Sinforoso é divida em 3 fases. A primeira, que dura de 5 a 14 dias, prioriza alimentos de fácil digestão, antiinflamatórios, ricos em vitaminas e minerais. Esse período inclui jejuns e, por isso, é uma etapa mais difícil para alguns pacientes. 

    No período de jejum são permitidos shots de água com limão e consumo de caldo de ossos. No meio da manhã e da tarde são indicadas frutas orgânicas e, no restante do dia, caldo de ossos com frango orgânico, legumes e gengibre. À noite está liberado o chá de hortelã. É uma dieta bem hipocalórica que visa o descanso intestinal e a remissão de sintomas.

    Este período é seguido de uma segunda dieta por mais 7 a 15 dias, em que o paciente poderá tomar vitaminas de frutas com kefir, o caldo de ossos da fase anterior, suco verde e frutas cozidas. Se necessário, o paciente fará uso de enzimas digestivas.

    Na fase 3 outros alimentos vão sendo reintroduzidos e testados, como ovos, peixes, saladas cruas e kefir. O número de dias desta fase varia em função da doença de base do paciente (candidíase, doença de Crohn, doença celíaca, diverticulose, diarreia ou constipação, dispepsia, alergias, síndrome do intestino irritável etc).

    O ebook é acompanhado de receitas para cada fase. Alguns pacientes podem não conseguir fazer a fase 1 por muitos dias, mas é mais uma alternativa para os que sofrem com muitos sintomas. Claro, tudo deve ser adaptado à sua realidade. Por isso, em caso de dúvidas, marque uma consulta.
  • Alessandro Vieira
    O Lado Bom das Bactérias
    R$ 25,90

    O especialista em microbiologia, Alessandro Silveira, reúne neste livro informações sobre como os seres microscópicos que habitam nosso corpo, intestino, boca, pele e vagina formam um exército de defesa e proteção.


    O lado bom das bactérias é um livro para aqueles que desejam saber mais sobre a microbiota e o seu lado bom. A maioria das pessoas não consegue pensar em bactérias sem lembrar daquela vez que passou mal após o consumo de um alimento na rua.

    Alessandro, que também é proprietário da MRSA Diagnósticos Laboratoriais, e atua como professor titular da disciplina de Microbiologia Clínica da Universidade Regional de Blumenau, nos mostra que a melhoria da qualidade da microbiota gera melhoria no comportamento alimentar, no comportamento social e melhora até a qualidade de vida de indivíduos autistas.


    O Dr. Alessandro nos conta que a maioria das bactérias é do bem. Estão no solo, na água, no corpo. No corpo, podemos analisar a microbiota de várias formas. Entre os exames laboratoriais mais comuns estão o parasitológico de fezes, a coprocultura e o coprológico funcional.


    O autor também entende bastante sobre o transplante de fezes, assunto que discute em sua conta no Instagram. O transplante fecal consiste na introdução de fezes de uma pessoa saudável no trato digestivo de um paciente não saudável. Tem como finalidade reconstituir a flora intestinal e ajudar no combate de bactérias patogênicas. 

    Sua efetividade foi reconhecida por sociedades médicas europeias em 2013, sendo indicado para o tratamento da infecção recorrente por bactérias C. difficile, com cura de até 90% dos casos. Após seleção, o doador prepara-se tomando medicamento laxativo. As fezes são coletadas, diluídas em uma solução estéril e filtradas para posterior administração ao paciente, em geral, por colonoscopia.
  • Cécile Denjean
    Intestino, Nosso Segundo Cérebro

    Nosso intestino tem tanta conexão neural quanto o cérebro inteiro de um gato ou de um cachorro. Ou seja, temos um segundo cérebro dentro da barriga. O nosso cérebro localizado na cabeça e esse segundo cérebro comunicam-se o tempo todo. É por isso que uma pessoa pode ter dor de barriga se estiver nervosa para uma prova ou apresentação, enquanto outra tem uma sensação de borboletas no estômago quando está apaixonada.


    Mas o contrário também é verdadeiro. Sabemos hoje que o que acontece no intestino pode influenciar nosso comportamento e até nossa personalidade. Ter dois sistemas nervosos (o central e o entérico) tem vantagens enormes. Espalhando nervos e neurônios você não precisa de um cérebro e uma cabeça gigantes.


    Por exemplo, assim como o cérebro produz serotonina, o intestino também faz isso. Ou seja, a serotonina não precisa passar de um lugar para o outro, pois é produzida nos dois sistemas. No cérebro gera sensações de bem-estar e no intestino regula o sistema imune local e também a absorção de nutrientes.


    Estresse, ansiedade e depressão causam problemas intestinais. Mas o contrário pode ser verdadeiro, como acontece na síndrome do intestino irritável. A síndrome está associada a problemas nervosos e gera sintomas muito chatos como cólicas, inchaço, gases, diarreia ou constipação (ou uma alternância entre intestino solto e preso). 

    A inflamação intestinal gera sinais que chegam ao cérebro e que alimentam a ansiedade e aumentam o risco de depressão. A ciência ainda está começando a entender essa conversa entre cérebro e intestino e muito ainda temos que aprender nos próximos anos, inclusive sobre tratamentos que beneficiem a ambos e com menos efeitos colaterais. 

    Alguns pesquisadores estudam, por exemplo, os efeitos benéficos de terapias integrativas no sistema nervoso central e entérico, incluindo hipnose e acupuntura. A tendência é considerar as bactérias do intestino um terceiro cérebro que influencia toda a nossa fisiologia. 

    Como sempre na ciência, temos mais perguntas que respostas, mas esses seres independentes com certeza ainda nos contarão muitas histórias sobre quem são e como influenciam quem somos.
  • BBC News Brasil
    Da Imunidade à Mente: a Importância dos Micróbios Intestinais

    Neste vídeo, a repórter Mariana Alvim, da BBC News de São Paulo, resume as informações que coletou a partir de pesquisas e entrevistas com especialistas em microbiota intestinal. O corpo tem diversas microbiotas (pele, pulmão, boca etc), mas a mais importante é a microbiota intestinal. Fazem parte dela vírus, bactérias, fungos e parasitas que influenciam nossa saúde.


    É no intestino grosso que localiza-se a maior parte dos micróbios, especialmente bactérias dos filos bacteroidetes, firmicutes, actinobactérias e proteobactérias. 

    Um dos entrevistados da reportagem, o Dr. Manoel Álvaro de Freitas, que é professor da UFAL, destaca que tempos 22 mil genes em nossas 37 trilhões de células. Só que possuímos no corpo mais de 100 trilhões de bactérias com seus genes. Ou seja, nosso corpo tem mais gene de bactéria do que genes humano.


    O documentário mostra que a disbiose é mais comum em algumas populações, como em pessoas com diabetes e nas pessoas obesas. Trata-se de um desequilíbrio nos tipos e quantidades de bactérias do intestino. Isso aumenta a inflamação, fazendo inclusive com que a infecção pelo COVID seja mais grave.


    A matéria mostra ainda que muitas pessoas possuem inflamações intestinais graves e conseguem se curar com o transplante de fezes. A técnica também é uma boa opção para o tratamento de infecção por Clostridioides difficile. Fezes de indivíduos saudáveis são transferidas para os indivíduos doentes, auxiliando em sua recuperação. Para ser doadora a pessoa precisa ter uma microbiota saudável.

    E como fazemos para ter uma microbiota saudável? Justamente adotando um estilo de vida promotor da saúde, fazendo atividade física, consumindo uma dieta baseada em plantas, limitando os alimentos ultraprocessados, não fumando, evitando o consumo de álcool e tendo boas noites de sono.
  • Ligiane Loureiro
    Intestino e Saciedade

    Muitas pessoas com disbiose não conseguem emagrecer. É o que a Dra. Ligiane Loureiro, especialista em Modulação Intestinal, explica nesta aula. O intestino desempenha complexas funções essenciais à nossa sobrevivência, incluindo digestão, absorção, proteção imune, síntese de neurotransmissores como serotonina, excreção e produção hormonal.

    Além de explicar o que é disbiose, essa aula fala sobre a composição saudável da microbiota e sua influência na saúde, focando nos hormônios, principalmente a partir de 30 minutos de aula.

    Dentre os hormônios secretados pelo intestino estão peptídio YY (PYY) e GLP-1, que estão relacionados à saciedade. São produzidos principalmente a partir de um consumo adequado de carboidratos complexos, ricos em fibras. A partir dessas fibras, a microbiota produzirá ácidos graxos de cadeia curta (AGCC). 

    O intestino possui receptores para AGCC e, quando estimulados, produzem esses hormônios que reduzem a fome. Por isso, não saia cortando todo o carboidrato de sua dieta sem orientação! Além disso, esses AGCC melhoram a sensibilidade à insulina, a inflamação e o acúmulo de gordura no músculo, no fígado e no tecido adiposo. 

    Além disso, GLP-1 e PYY também enviam mensagem ao cérebro via nervo vago. Quando o cérebro recebe mensagens (principalmente na região do hipotálamo) é gerada a saciedade. Ao longo da aula, a autora aprofunda bastante essa questão. Então, se você é da área de saúde, este vídeo é altamente recomendado para você. 

    A Ligiane também tem um Instagram bem completo sobre o tema da microbiota e do intestino.
  • Andreia Torres
    Tratamento da Disbiose: o Programa 6Rs

    Para quem prefere aprender sobre a relação intestino, doenças e o programa 6Rs, deixo um vídeo completo que gravei para meu canal. Existem bilhões de microorganismos em nosso intestino e desequilíbrios da microbiota geram um quadro de disbiose, que se caracteriza por:

    aumento de bactérias ruins
    falta de bactérias boas
    desproporção entre bactérias ruins e boas
    aumento de fungos
    baixa diversidade microbiana

    Esse desequilíbrio está associado à maior inflamação e permeabilidade (leaky gut), o que pode ser a causa de doenças comuns na atualidade, incluindo diabetes, depressão, esteatose hepática, resistência insulínica, obesidade, alergias, hipersensibilidades alimentares, deficiências nutricionais, anemias, doenças autoimunes, constipação crônica e aumento do risco de câncer de cólon.

    As principais causas da disbiose são o baixo consumo de fibras, hipocloridria (baixa produção de ácido clorídrico) ou inibição dessa produção pelo uso de medicamentos antiácidos, diabetes, sedentarismo, baixo consumo de polifenóis de frutas, verduras e legumes, consumo excessivo de alimentos industrializados e de proteína animal, estresse, mastigação insuficiente, intolerâncias alimentares, consumo de frituras e alimentos muito torrados, além de alterações hormonais.

    O intestino desempenha muitas funções. Digere alimentos, absorve nutrientes, elimina resíduos que não nos servem, produz neurotransmissores e hormônios. É também o local de pelo menos 50% das células imunológicas do corpo. Tem ainda alta expressão de enzimas antioxidantes, que protegem o meio. Sem elas você estará mais cheio de radicais livres, o que contribui para o envelhecimento celular. Quando o intestino sofre, a saúde complica-se.

    Mas há tratamento para o intestino. Na nutrição e na medicina integrativa, esse tratamento é conhecido como programa 6Rs. Ele consiste em 6 fases, explicadas no meu vídeo: (1) remoção, (2) reparo, (3) restabelecimento, (4) reinoculação, (5) reequilíbrio, (6) reavaliação.

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