PesquisadoraKênia Freitas
Pesquisadora
Kênia Freitas
Kênia Freitas é uma pesquisadora, crítica e curadora em cinema, autora de artigos e capítulos sobre cinema brasileiro, cinema da diáspora africana, comunicação e identidade.
Freitas tem graduação em Comunicação Social (UFES) e posterior mestrado (Unicamp) com a dissertação "Versos-livres: a estética do cotidiano no documentário feito com celular", (2010).
Obteve doutorado na Escola de Comunicação (UFRJ) com a tese "A Ressonância das Imagens: a emergência da multidão no Egito, na Espanha e no Brasil" (2015), e realizou estágios de pós-doutorado na UCB e na UNESP.
Kênia Freitas é o maior nome no ensino e na pesquisa do Afrofuturismo no Brasil. É ela a responsável pela “Mostra Afrofuturismo” (2015) que ocorreu no Cine Belas Artes -SP.
Em seus trabalhos sobre o cinema negro, a pesquisadora encampa a discussão brasileira sobre a perspectiva do afropessimismo, isto é, do retrato cinematográfico moderno sobre a reconexão entre o racismo estrutural presente e o passado de escravidão.
Freitas tem graduação em Comunicação Social (UFES) e posterior mestrado (Unicamp) com a dissertação "Versos-livres: a estética do cotidiano no documentário feito com celular", (2010).
Obteve doutorado na Escola de Comunicação (UFRJ) com a tese "A Ressonância das Imagens: a emergência da multidão no Egito, na Espanha e no Brasil" (2015), e realizou estágios de pós-doutorado na UCB e na UNESP.
Kênia Freitas é o maior nome no ensino e na pesquisa do Afrofuturismo no Brasil. É ela a responsável pela “Mostra Afrofuturismo” (2015) que ocorreu no Cine Belas Artes -SP.
Em seus trabalhos sobre o cinema negro, a pesquisadora encampa a discussão brasileira sobre a perspectiva do afropessimismo, isto é, do retrato cinematográfico moderno sobre a reconexão entre o racismo estrutural presente e o passado de escravidão.
