Kleber Mendonça Filho e Juliano DornelleBacurau
Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelle
Bacurau
Com a união dos gêneros drama e faroeste e lançado em 2019, a obra dos diretores pernambucanos Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles fez história desde aquele ano e faz até os dias de hoje.
O enredo se passa em um futuro não muito distante da realidade do espectador. Nele, os moradores de um pequeno povoado situado no sertão nordestino e chamado Bacurau realizam o funeral de uma mulher de 94 anos (a mais anciã da região), Dona Carmelita (Lia de Itamaracá). Ela é tida como uma matriarca e guardiã da cultura, do conhecimento e das tradições.
Quando ocorre a chegada de uma ex-moradora, Teresa (Bárbara Colen), que havia ido embora por questões de estudo, a trama dá a entender que a única parte do território onde existe disponibilidade de água é uma região ocupada por bandidos que não permitem o acesso do recurso pelas pessoas.
Talvez o filme seja sobre a disputa das pessoas por água ou uma espécie de faroeste protagonizada por criminosos que ali estão querendo o poder.
O enredo se passa em um futuro não muito distante da realidade do espectador. Nele, os moradores de um pequeno povoado situado no sertão nordestino e chamado Bacurau realizam o funeral de uma mulher de 94 anos (a mais anciã da região), Dona Carmelita (Lia de Itamaracá). Ela é tida como uma matriarca e guardiã da cultura, do conhecimento e das tradições.
Quando ocorre a chegada de uma ex-moradora, Teresa (Bárbara Colen), que havia ido embora por questões de estudo, a trama dá a entender que a única parte do território onde existe disponibilidade de água é uma região ocupada por bandidos que não permitem o acesso do recurso pelas pessoas.
Talvez o filme seja sobre a disputa das pessoas por água ou uma espécie de faroeste protagonizada por criminosos que ali estão querendo o poder.

